Dicas sobre o projeto de pesquisa PDF Imprimir E-mail
Escrito por Luiz Ricardo Uriarte   
Qui, 27 de Maio de 2010 22:22

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Projeto de Pesquisa

 

Principalmente em Trabalhos de Conclusão de Curso ou em pesquisas de iniciação científica, é essencial que o universitário realize um projeto de pesquisa. Isso fará com que o acadêmico tenha um referencial para finalizar o seu TCC ou iniciação científica. O Projeto de Pesquisa norteia o aluno, economizando tempo e trabalho desnecessários. Como menciona Marconi (2003, p. 215), “o projeto é uma das etapas componentes do processo de elaboração, execução e apresentação da pesquisa”. Tanto que, em um TCC, o projeto, em toda sua composição, será incluído na Introdução do relatório.

Tema

O tema é a parte geral da pesquisa; é amplo, porém claro e objetivo, seguido da delimitação do tema, que deve ser “funilado”, isto porque o pesquisador deve terminar seu trabalho em prazo determinado. Não delimitando o tema, o trabalho ficará muito amplo, o que dificultará seu término.

Um exemplo de tema:

Educação a Distância. Há muitos cursos sendo oferecidos na modalidade a distância, há muitas instituições que a oferece em muitas cidades. Então, deve-se delimitar o tema.

Delimitação do tema

Um exemplo delimitado:

Educação a Distância: O Primeiro Curso Oferecido pela Tupy Virtual aos Professores do Instituto Superior Tupy.

Neste exemplo, foi dado o tema geral: Educação a Distância; a delimitação do curso: O Primeiro Curso Oferecido; a delimitação física: pela Tupy Virtual; a delimitação da população: aos Professores do Instituto Superior Tupy.

Assim, se alguém estiver interessado em uma pesquisa com esse tema, que envolva questionários, entrevistas, história da instituição, essa pessoa terá plenas condições de realizar a pesquisa. De nada adiantaria pesquisar, por exemplo, sobre a Educação a Distância no Brasil, pois imagine quantos cursos e quantas instituições oferecem essa modalidade de ensino em nosso país!

Outros exemplos:

1. gravidez na adolescência: um estudo demonstrativo da gravidez entre as adolescentes de 14 a 18 anos no Bairro Boa Vista em Joinville – Santa Catarina;

2. usuários de drogas: o que leva os adolescentes do sexo masculino entre 18 e 25 anos a fazerem uso de drogas na cidade de Araquari – Santa Catarina;

3. insônia: a causa da insônia entre trabalhadores do Supermercado Compre Bem;

4. homossexualismo: a causa da homofobia em pessoas evangélicas na Comunidade “O Brasil para Cristo” da Região Central de Joinville – Santa Catarina.

Título

É formado pelo tema mais a delimitação do tema

Problema

O problema é a mola propulsora de todo o trabalho de pesquisa. Depois de definido o tema, levanta-se uma questão para ser respondida através de uma hipótese, que será confirmada ou negada através do trabalho de pesquisa. O Problema é criado pelo próprio autor e relacionado ao tema escolhido. O autor, no caso, criará um questionamento para definir a abrangência de sua pesquisa. Não há regras para se criar um Problema, mas alguns autores sugerem que ele seja expresso em forma de pergunta. Particularmente, prefiro que o Problema seja descrito como uma afirmação.

Segundo Marconi (2003, p. 220) “a formulação do problema prende-se ao tema proposto: ela esclarece a dificuldade específica com a qual se defronta e que se pretende resolver por intermédio da pesquisa”.

Hipótese

Hipótese é sinônimo de suposição. Neste sentido, Hipótese é uma afirmação categórica (uma suposição), que tente responder ao Problema levantado no tema escolhido para pesquisa. É uma pré-solução para o Problema levantado. O trabalho de pesquisa, então, irá confirmar ou negar a Hipótese (ou suposição) levantada.

O problema necessita de uma resposta ainda que provável, suposta ou provisória; a isso dá-se o nome de hipótese (MARCONI, 2003). Em pesquisa, a hipótese pode ser provada ou não. O fato de não ser provada não anulará a pesquisa e tampouco diminuirá o valor do pesquisador. No entanto, é importante que o pesquisador estude de todas as formas para provar sua resposta e alcançar os méritos acadêmicos, pois o meio universitário pode julgar, por meio do próprio relatório, que não houve empenho do estudante para chegar a uma resposta positiva.

Vale lembrar, mais uma vez, que é uma resposta hipotética, ou seja, pode ou não ser provada, mas cabe ao pesquisador todo o empenho para provar a resposta de sua pesquisa.

Justificativa

É a parte em que o pesquisador expõe a relevância de seu trabalho quer na sociedade acadêmica, quer na sociedade científica ou na sociedade civil. Ele demonstrará a importância de seu trabalho e os benefícios que este trará à humanidade.

A Justificativa num projeto de pesquisa, como o próprio nome indica, é o convencimento de que o trabalho de pesquisa é fundamental de ser efetivado. O tema escolhido pelo pesquisador e a Hipótese levantada são de suma importância, para a sociedade ou para alguns indivíduos, de ser comprovada.

Deve-se tomar o cuidado, na elaboração da Justificativa, de não se tentar justificar a Hipótese levantada, ou seja, tentar responder ou concluir o que vai ser buscado no trabalho de pesquisa. A Justificativa exalta a importância do tema a ser estudado, ou justifica a necessidade imperiosa de se levar a efeito tal empreendimento.

Objetivo geral

A definição do Objetivo geral determina o que o pesquisador quer atingir com a realização do trabalho de pesquisa. Objetivo é sinônimo de meta, fim.

O objetivo geral pode ser um apanhado da problematização, até onde o pesquisador quer levar o seu estudo e a demonstração deste. Fazendo uso do mesmo tema, pode-se gerar o seguinte objetivo:

É importante lembrar que todos os objetivos, quer geral quer específicos, devem iniciar com verbo no infinitivo, assim: estudar, demonstrar, cultivar, proporcionar, especificar etc. Por exemplo: esclarecer tal coisa; definir tal assunto; procurar aquilo; permitir aquilo outro, demonstrar alguma coisa etc.

Objetivos específicos

Os objetivos específicos podem ser entendidos como as tarefas que, se realizadas, levarão ao cumprimento do Objetivo Geral. São as etapas principais do Projeto.

Os objetivos específicos também serão baseados na problematização e têm a função de, juntos, levar à realização do objetivo geral, ou seja, o pesquisador, por meio dos objetivos específicos, chega ao objetivo geral.

Metodologia

A Metodologia é a explicação minuciosa, detalhada, rigorosa e exata de toda ação desenvolvida no método (caminho) do trabalho de pesquisa. É a explicação do tipo de pesquisa, do instrumental utilizado (questionário, entrevista etc), do tempo previsto, da equipe de pesquisadores e da divisão do trabalho, das formas de tabulação e tratamento dos dados, enfim, de tudo aquilo que se utilizou no trabalho de pesquisa.

A metodologia é o conjunto de técnicas que o pesquisador utiliza para realizar seu trabalho. São aplicadas, dentre elas a observação direta intensiva, em que se inclui a própria observação e a entrevista. Há, também, a observação direta extensiva que, inclui o questionário, testes, análise de conteúdo, história de vida e pesquisa de mercado, dentre outras.

Exemplo:

§ Estudo de caso

§ Estudo comparativo

§ Pesquisa Teórica

§ Pesquisa Laboratorial

§ Aplicação

§ Avaliação

§ Avaliação de desempenho

§ Simulação

§ Questionários/Entrevistas

Cronograma

O Cronograma é a previsão de tempo que será gasto na realização do trabalho de acordo com as atividades a serem cumpridas. As atividades e os períodos serão definidos a partir das características de cada pesquisa e dos critérios determinados pelo autor do trabalho.

Os períodos podem estar divididos em dias, semanas, quinzenas, meses, bimestres, trimestres etc.. Estes serão determinados a partir dos critérios de tempo adotados por cada pesquisador.


Exemplo de Cronograma:

                    ATIVIDADES     /     PERÍODOS      1                  2                  3                  4                  5                  6                  7                  8                  9                    10
1                  Levantamento de literatura            X                                                                                                                                                                    
2                  Montagem do Projeto                    X                                                                                                                                                               
3                  Coleta de dados                                                  X                  X                  X                                                                                                  
4                  Tratamento dos dados                                                                               X                  X                  X                  X                                           
5                  Elaboração do Relatório Final                                                                                                           X                  X                  X                       
6                  Revisão do texto                                                                                                                                                                           X                 
7                  Entrega do trabalho                                                                                                                                                                                         X

Referencial teórico

Também chamado de Embasamento Teórico, é no referencial que se irá buscar pesquisas anteriores por meio de monografias, TCCs, livros etc. que dêem ao pesquisador fatos verídicos e científicos para seu estudo. Trocando em miúdos, o pesquisador não poderá embasar-se no senso comum, ou seja, ele deverá buscar a cientificidade de sua pesquisa.

Para este fim, o estudante lerá diversos livros que abordem o tema escolhido, fará pesquisa na Internet e revistas científicas. Aliás, vale a pena frisar que as revistas científicas trazem estudos mais recentes e por isso uma maior segurança ao pesquisador.

Mesmo após ter iniciado a pesquisa, depois de alguns meses, é sempre válido revisar as referências, o embasamento teórico, para verificar assuntos novos que possam ser incluídos no trabalho.


Exemplo:

Já dizia o Velho Guerreiro (Aberlado Barbosa – nosso saudoso Chacrinha) “quem não se comunica se trumbica”. A Programação Neurolingüística (PNL) tem como um dos princípios básicos a comunicação interna, o diálogo interno, aquela conversa que você tem consigo mesmo, como diz Joseph O’Connor: “PNL é a influência da linguagem sobre nossas mentes e nossos comportamentos subseqüentes”. (O’CONNOR, 2003, pág. 02). John Grinder e Richard Blander desenvolveram o método neurolingüístico e segundo Renato Cesar Bini “a primeira grande descoberta desses gênios americanos, é a necessidade de aprender e entender o mecanismo das linguagens internas do cérebro para se obter resultados congruentes e atingir a excelência da comunicação e do comportamento humano” (BINI, 2002, pág. 25), onde ser congruente é: quando suas metas, crenças e valores se alinham com suas ações e palavras, quando você faz o que diz e diz o que faz. "(O’CONNOR, 2003, pág. 02)

Chegamos ao máximo da tecnologia em comunicação, a televisão, o telefone, o telefone celular, a Internet e mesmo assim a Humanidade carece da comunicação entre si, de pessoa para pessoa, de pai para filho, de professor para aluno e principalmente o professor que precisa “ aprender que a qualidade do seu ensino está na qualidade de sua comunicação”. (BINI, 2002, pág. 24). O professor precisar ser congruente também, ou seja, suas ações devem estar de acordo com o que fala e expressa através de seu corpo, seu olhar. Se um professor não gosta de ensinar, mesmo que sua voz indique a ele próprio que gosta de ensinar, o aluno fatalmente notará através de seus gestos e olhar que, na verdade, o professor não gosta de ensinar ou de sua profissão e “da mesmo forma que o professor ensina, é a mesma forma que o aluno aprende” (BINI, 2002, pág. 23), ou seja, se o professor não gosta de ensinar o aluno não gosta de aprender.

Bini diz que ouvir, olhar, sentir, cheirar e degustar são linguagens neurológicas (BINI, 2002, pág.26) e que “professores eficazes aprendem a falar em cada uma das linguagens específicas, gerando sintonia com o aluno”. (BINI, 2002, pág. 33). Havendo sintonia, há harmonia e consequentemente a excelência na comunicação, o que gerará no aluno um rapport que “é a qualidade de relacionamento que resulta em confiança e responsabilidade... é essencial para a boa comunicação” (O’CONNOR, 2003, pág. 02), ou seja, o professor estará totalmente congruente e o aluno irá perceber esta congruência. E como se constrói um rapport? Segundo Joseph O’Connor é “tendo interesse genuíno em outra pessoa. Sendo curioso quanto a quem é e como pensa. Estando disposto a ver o mundo a partir do ponto de vista da outra pessoa”. (O’CONNOR, 2003, pág. 46). Para tanto é fundamental que o professor goste de ensinar, de sua profissão. O que acontece, porém, é um desvirtuamento de nossa profissão, pois: “a aprendizagem não é a mesma coisa que educação. Educação descreve os resultados da aprendizagem e é freqüentemente testada através de exames. A origem da palavra advém do latim educere, significando extrair, tirar. Educação diz respeito a professores retirando os recursos e capacidades dos alunos em linha com a pressuposição da Programação Neurolingüística de que todos têm todos os recursos de que precisam, ou podem adquiri-los”. (O’CONNOR, 2003, pág.28).

Para que isso aconteça é necessário que os professores aprendam como o cérebro de seus alunos funciona, pois como diz Bini “ aprendendo como o cérebro funciona é o segredo para todos os problemas de aprendizagem”. (BINI, 2002, pág. 31) Assim o professor poderá extrair do aluno o recurso e a capacidade que este tem em sua totalidade e sem traumas.

Referências

Exemplo:

LAUDON, K.C.; LAUDON, J. P. Sistemas de Gerenciamento de Informação. 4.ed. Prentice Hall:1996.

NIEDERAUER, J. Desenvolvendo Websites com PHP. 2.ed.. São Paulo:Novatec, 1999

MELONI, J. Fundamentos de PHP. 3.ed. Rio de Janeiro:Ciência Moderna, 2003.

WELLING, L.; THOMSON, L.. PHP e MySQL: Desenvolvimento Web. 2.ed. São Paulo:Campus,1999.

CISCO SYSTEMS. Understanding Delay in Packet Voice Networks. Disponível em: <http://www.cisco.com/warp/public/788/voip/delay-details.html#standarfordelaylimits> Acesso em: 27 mar. 2006.

COMER, DOUGLAS E. Interligação em Rede com TCP/IP, 3.ed. Elsevier, 1998.

WIKIPEDIA. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/Transmission_Control_Protocol> Acesso em: 31 mar. 2006.

Última atualização em Sex, 28 de Maio de 2010 21:25
 

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